Murilo Moura e Mari Chiba
Uma das preocupações da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) com relação à paralisação de 40% das escolas da Rede, que completou nesta segunda-feira, (31), 16 dias é com o aumento da evasão que começa a atingir as escolas segundo os números apresentado pelos gestores das Unidades Seduc na Escola e Unidades Regionais de Ensino. Em reunião hoje, pela manhã, a gestora da 14ª USE, Maria de Belém falou que já recebeu mais de 20 pedidos de transferências nos últimos dias. Já o gestor da 8ª USE, Sérgio Monteiro informou que na escola estadual Hilda Vieira, "possivelmente cerca de 12 turmas terão que ser encerradas".
Um outra preocupação do secretário, professor Luis Cavalcante é com a reposição integral dos dias parados. Essa também tem sido a maior preocupação por parte dos alunos. Mesmo com 60% das escolas funcionando normalmente em todo o Estado, o atraso no calendário letivo deixou muitos estudantes com as atividades escolares interrompidas.
A proposta de reposição das aulas defendida pelo Sindicato- estendendo o horário em cada turno- não agrada nem aos profissionais de educação e nem aos alunos, pois segundo eles “este horário a mais na rotina diária, prejudicaria outras atividades”.
Na primeira greve que enfrentou a escola estadual Carlos Guimarães ficou apenas uma semana parada. De acordo com a diretora , Luiza Cristina, a reposição de aulas jamais deve se estender nos turnos, devido a realização de outras atividades. “Não dá pra aumentar o horário, pois o aluno da tarde que sai as 18h teria que sair no mínimo as 19h e pra muita gente isso fica inviável, pois tem gente que trabalha”, ponderou.
A escola teve suas atividades retomadas nesta segunda -feira, 31.Ainda de acordo com a diretora a questão da paralisação foi apresentada aos pais dos alunos, mas mesmo assim houve uma preocupação em relação a eles. “Aqui na Carlos Guimarães pensamos principalmente nos alunos; já o movimento não está pensando como vai ficar o ano letivo dos estudantes” explicou a diretora. Para ela, a melhor forma de repor as aulas seria “esticar” o calendário letivo em mais dez dias, pegando a primeira semana de julho”, defendeu.
Cristiano Alves, 17, estudante da quarta etapa do Projeto EJA (Educação de Jovens a adultos), participa de atividades esportivas durante a manhã, freqüenta a escola no turno na tarde e à noite trabalha como chapista. Ele também não concorda com a proposta de turno estendido, pois como trabalha de noite, não conseguiria chegar a tempo no local de trabalho. “ Eu saio da escola às 18h, tenho que ir em casa e depois estar às 19h no carro de lanche; se eu sair as 19h, não daria para conciliar e eu preciso trabalhar”, disse.
Já Vitor Luan, 17, também aluno da quarta etapa do EJA, sugere que as aulas sejam repostas aos sábados, pois como ele trabalha à noite como entregador de água e gás não conseguiria chegar a tempo no serviço.
Na escola Lauro Sodré a aluna Ingrid Oliveira, 15 anos, do 2º ano também é contra se estender os turnos de aula. “Acho que o pessoal da tarde não poderia ficar até mais tarde. Eu queria que voltassem logo as aulas porque a gente se atrapalha muito. No ano passado foi a mesma coisa”, reclama a aluna. Opinião compartilhada pela colega Beatriz Oliveira, 16 anos, 2º ano do Ensino Médio. “Eles fizeram greve no ano passado. Na reposição, as últimas matérias foram muito rápidas. Seria até bom se as aulas fossem repostas logo, mas a gente faz cursinho à tarde. Quando tiver a reposição, eu vou querer o conteúdo todo dessas disciplinas”, exigiu.
Na escola estadual Maroja Neto, no bairro da Pedreira, as aulas estão ocorrendo parcialmente, mas segundo o diretor, Adilson Cordeiro, a melhor solução para a reposição das aulas também seria estender o calendário letivo. “ Ano passado já tentamos fazer isso aos sábados, mas os alunos não vinham, então os professores sugeriram que virão trabalhar 10 dias de julho”, informou.
Para a professora Maria do Carmo Tocantins, que leciona na Escola Maroja Neto, a reposição é de extrema importância, pois a paralisação mexeu com o conteúdo dos alunos. “Acho extremamente necessário a reposição, pois a partir do momento em que há greve tem que se repor, pois o ensino fica defasado e os alunos não têm culpa de nada”, ressaltou. Maria lembra ainda que, com a extensão dos turno os maiores prejudicados serão os alunos do turno da noite. “Uma turma que sai as 22h30, teria que sair depois das 23h30 e não seria positivo pra eles, pois este horário já é perigoso estar nas ruas”.
A professora defende que os critérios para a reposição das aulas devem ser usados para todos os turnos. Ela garante que continua indo a escola não por ser contra as reivindicações, mas por uma questão de compromisso com os alunos. “ Eu estou vindo por uma questão de consciência, pois sabemos que com esta greve a evasão escolar aumenta; é impressionante a quantidade de alunos que abandonam a escola e não queremos isso, por este motivo estou vindo trabalhar normalmente” explicou.
Comunicação, Cultura,Cidadania, Política, Educação, Turismo, Tecnologia... Através desta ferramenta pretendo divulgar meu trabalho como jornalista, ideias, experiências, opiniões etc...
terça-feira, 1 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Funarte doa equipamentos musicais para escolas do Pará
Por Murilo Moura
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) recebeu nesta sexta- feira, 28, equipamentos doados para serem distribuídos às escolas que integram os projetos Escola de Portas Abertas e Mais Educação. Participaram da entrega o secretário de Educação, professor Luís Cavalcante; o secretário adjunto de Gestão, Alberto Leão; e a diretora de Educação, Diversidade, Inclusão e Cidadania da Seduc, Conceição Passos.
A iniciativa faz parte de um projeto elaborado pela Seduc, por meio da Coordenação de Ações Educacionais e Complementares (Caec), que firmou uma parceria com a Fundação Nacional das Artes (Funarte), do Rio de Janeiro. De acordo com Conceição Passos, foram recebidos na sede da Seduc, 560 violões, 200 DVD´S, e 180 jogos de cordas de violão para serem distribuídos às escolas.
A entrega dos materiais pedagógicos está prevista para acontecer em um prazo de 30 dias. A ação tem como objetivo garantir a qualidade na educação e formação de alunos de 690 escolas do Estado, entre elas, 320 que fazem parte do projeto Escola de Portas Abertas e 370 do projeto Mais Educação.
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) recebeu nesta sexta- feira, 28, equipamentos doados para serem distribuídos às escolas que integram os projetos Escola de Portas Abertas e Mais Educação. Participaram da entrega o secretário de Educação, professor Luís Cavalcante; o secretário adjunto de Gestão, Alberto Leão; e a diretora de Educação, Diversidade, Inclusão e Cidadania da Seduc, Conceição Passos.
A iniciativa faz parte de um projeto elaborado pela Seduc, por meio da Coordenação de Ações Educacionais e Complementares (Caec), que firmou uma parceria com a Fundação Nacional das Artes (Funarte), do Rio de Janeiro. De acordo com Conceição Passos, foram recebidos na sede da Seduc, 560 violões, 200 DVD´S, e 180 jogos de cordas de violão para serem distribuídos às escolas.
A entrega dos materiais pedagógicos está prevista para acontecer em um prazo de 30 dias. A ação tem como objetivo garantir a qualidade na educação e formação de alunos de 690 escolas do Estado, entre elas, 320 que fazem parte do projeto Escola de Portas Abertas e 370 do projeto Mais Educação.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
1° FESTIVAL DE MÚSICA E POESIA
Murilo Moura
A escola Dona Helena Guilhon, localizada no conjunto Satélite, lança neste sábado, 29, o 1º Festival de Música e Poesia, um antigo sonho da comunidade estudantil que se tornou realidade, com a parceria de ex-alunos da escola. O objetivo é incentivar os novos alunos e a própria comunidade a desenvolver os seus talentos musicais. O Instituto de Ensino Superior do Pará (Iesp) é um dos parceiros da escola D. Helena Guilhon na realização do evento, pois os antigos alunos, hoje acadêmicos do Instituto, resolveram criar uma forma de levar cultura para os alunos que hoje lá estudam através deste festival. Durante a programação também haverá a apresentação de danças folclóricas organizadas pelos alunos da escola. Toda a comunidade está convidada a prestigiar, inclusive a escola esta contando com o apoio de um carro som para fazer a divulgação.
A escola Dona Helena Guilhon, localizada no conjunto Satélite, lança neste sábado, 29, o 1º Festival de Música e Poesia, um antigo sonho da comunidade estudantil que se tornou realidade, com a parceria de ex-alunos da escola. O objetivo é incentivar os novos alunos e a própria comunidade a desenvolver os seus talentos musicais. O Instituto de Ensino Superior do Pará (Iesp) é um dos parceiros da escola D. Helena Guilhon na realização do evento, pois os antigos alunos, hoje acadêmicos do Instituto, resolveram criar uma forma de levar cultura para os alunos que hoje lá estudam através deste festival. Durante a programação também haverá a apresentação de danças folclóricas organizadas pelos alunos da escola. Toda a comunidade está convidada a prestigiar, inclusive a escola esta contando com o apoio de um carro som para fazer a divulgação.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Abertura do Projeto Mais Educação
Por Murilo Moura
Pensando no desenvolvimento educacional dos alunos, a Escola em Regime de Convênio Lar de Maria lança o projeto Mais Educação, do governo Federal, que visa a melhoria de aprendizado de alunos com dificuldades. O evento de abertura acontecerá nesta Quinta feira, 27, a partir das 9h na própria escola.
O projeto tem o objetivo de somar e contribuir para a formação integral das crianças, somando as atividades escolares com aulas de reforço, entre outras atividades. De acordo com a direção, os alunos envolvidos participarão no contraturno, ou seja, as crianças que estudam de manhã deverão retornar à tarde e vice-versa.
Cerca de 160 crianças da escola estão sendo esperadas para participarem do programa. Os critérios utilizados para a seleção foram que, por algum motivo, os alunos tiveram alguma dificuldade de aprendizado e necessitam de algum tipo de reforço para garantir o aprendizado. Os principais problemas apresentados são os de Indisciplina, dificuldade de leitura e escrita.
A programação do evento contará com nove atividades, entre estas, envolvendo dança, letramento, matemática, capoeira, vôlei, futebol, tênis de mesa, educação, empreendedorismo e direitos humanos e ambiente escolar. Para estas disciplinas a escola contará com monitores voluntários dos cursos de Pedagogia, Letras e Educação Física.
Pensando no desenvolvimento educacional dos alunos, a Escola em Regime de Convênio Lar de Maria lança o projeto Mais Educação, do governo Federal, que visa a melhoria de aprendizado de alunos com dificuldades. O evento de abertura acontecerá nesta Quinta feira, 27, a partir das 9h na própria escola.
O projeto tem o objetivo de somar e contribuir para a formação integral das crianças, somando as atividades escolares com aulas de reforço, entre outras atividades. De acordo com a direção, os alunos envolvidos participarão no contraturno, ou seja, as crianças que estudam de manhã deverão retornar à tarde e vice-versa.
Cerca de 160 crianças da escola estão sendo esperadas para participarem do programa. Os critérios utilizados para a seleção foram que, por algum motivo, os alunos tiveram alguma dificuldade de aprendizado e necessitam de algum tipo de reforço para garantir o aprendizado. Os principais problemas apresentados são os de Indisciplina, dificuldade de leitura e escrita.
A programação do evento contará com nove atividades, entre estas, envolvendo dança, letramento, matemática, capoeira, vôlei, futebol, tênis de mesa, educação, empreendedorismo e direitos humanos e ambiente escolar. Para estas disciplinas a escola contará com monitores voluntários dos cursos de Pedagogia, Letras e Educação Física.
Seduc repassa recursos para transporte escolar
O prefeito do município de Parauapebas, sudeste do Estado, Darci José Lermen, assinou nesta quinta-feira, 20, na sede da Secretaria de Estado de Educação, juntamente com o secretário de Estado de Educação, Luís Cavalcante, um convênio de repasse de verbas para o transporte escolar no município.
O convênio prevê o repasse de R$ 201.143.72 para o exercício de 2010, para as melhorias do transporte escolar do município de Parauapebas. O acordo garante a aquisição de novos ônibus que irão facilitar a locomoção de milhares de estudantes das comunidades do local.
O repasse das verbas será feito em quatro parcelas, com a primeira parcela já tendo sido liberada em maio e a última, no mês de novembro de 2010.
Murilo Moura
O convênio prevê o repasse de R$ 201.143.72 para o exercício de 2010, para as melhorias do transporte escolar do município de Parauapebas. O acordo garante a aquisição de novos ônibus que irão facilitar a locomoção de milhares de estudantes das comunidades do local.
O repasse das verbas será feito em quatro parcelas, com a primeira parcela já tendo sido liberada em maio e a última, no mês de novembro de 2010.
Murilo Moura
quinta-feira, 1 de abril de 2010
MARÉ ALTA EM BELÉM
Imagens da maré alta em Belém
Segunda maior maré do ano invade novamente as ruas
Enquanto os veículos mais pareciam “surfar” no asfalto, ontem, em Belém, o morador de rua Isauro dos Santos, 28 anos, aproveitou para nadar e “tirar onda” com os motoristas. Desta vez a maré alta atingiu 3,8 metros, a segunda maior marca deste ano, transbordando a pedra do peixe, na feira do Ver-o-Peso, e invadindo o centro comercial pelos bueiros.
Fotos Agenor Sarraf
Segunda maior maré do ano invade novamente as ruas
Enquanto os veículos mais pareciam “surfar” no asfalto, ontem, em Belém, o morador de rua Isauro dos Santos, 28 anos, aproveitou para nadar e “tirar onda” com os motoristas. Desta vez a maré alta atingiu 3,8 metros, a segunda maior marca deste ano, transbordando a pedra do peixe, na feira do Ver-o-Peso, e invadindo o centro comercial pelos bueiros.
Fotos Agenor Sarraf
domingo, 28 de março de 2010
BRASIL LIDERA LISTA DOS PORES LUGARES DO MUNDO
Por Redação Yahoo! Brasil
O site listverse, que se propõe a reunir as listas mais interessantes dos mais diversos assuntos que você possa imaginar, elegeu os 10 piores lugares do mundo para serem visitados. E deu Brasil na cabeça!
A Ilha de Queimada Grande, que fica a 35km de Itanhaém, litoral sul de São Paulo, foi apontada como o verdadeiro inferno na Terra. Ela só é paradisíaca numa foto tirada bem de longe. De perto, na verdade, seria bem difícil alguém tirar uma foto e continuar vivo para mostrá-la a alguém.
Por quê? Bom, porque ela possui a incrível média de nove cobras por metro quadrado - são cerca de quatro mil no total. E não são cobrinhas inofensivas, não. São todas do tipo Jararaca-Ilhoa (Bothrops insularis), com um veneno extramemente potente, capaz de matar uma pessoa em poucos instantes. Para se ter uma ideia de como esse lugar é perigoso, ninguém pode entrar na ilha sem autorização da Marinha. Veja bem: a entrada na ilha é proibida. Se você quiser visitá-la, você não é corajoso - é maluco mesmo.
A Ilha da Queimada Grande, tão próxima de São Paulo, deixou para trás lugares como Chernobyl (Ucrânia), cidade do maior desastre radioativo do mundo - uma explosão num reator da usina nuclear, gerando uma imensa nuvem radioativa que contaminou pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa. O acidente de Chernobyl teve 100 vezes mais radiação do que as bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki durante a II Guerra Mundial. Apesar de resíduos da radiação permanecerem no solo até hoje - e permanecerão por décadas --, algumas pessoas ainda moram por lá. Ao contrário da Ilha de Queimada Grande, que é inabitada.
O terceiro pior lugar do mundo fica no Azerbaijão, numa área tomada por centenas de pequenos vulcões de lama - sim, lama. Quando entram em atividade, voa lama para tudo quanto é lado. Você não vai querer ser atingido por uma bolota de lama caída do céu, vai?
Para o listverse, o quarto lugar mais perigoso é a estrada Yungas, que liga La Paz a Coroico, na Bolívia. Ela tem 56 quilômetros de extensão e faz qualquer estrada brasileira (até mesmo a Fernão Dias) parecer uma Autobahn alemã. A Yungas contorna a Cordilheira dos Andes, a mais de 3 mil metros de altitde. Ela é sinuosa, não possui asfalto e - acredite - não tem guard rail, mureta, nada. Se você erra uma curva, cai de uma altura de 600 metros. Ah, e tem uma neblina incessante também. Resultado: de 200 a 300 mortes são registradas por ano nessa estradinha do inferno.
O quinto lugar mais perigoso é ainda mais sinistro: a ilha de Ramree, em Burma, no sudeste asiático. Trata-se de um imenso pântano, infestado por mosquitos transmissores da malária e repleta de crocodilos gigantescos. Durante a II Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha por seis semanas. Os relatos de soldados japoneses são macabros. Dos cerca de mil designados para o local, só 20 sobreviveram - os demais foram trucidados pelos crocodilos. "Era a cacofonia do inferno o som dos gritos de soldados sendo mastigados pelos crocodilos", relatou um sobrevivente. Credo.
O site listverse, que se propõe a reunir as listas mais interessantes dos mais diversos assuntos que você possa imaginar, elegeu os 10 piores lugares do mundo para serem visitados. E deu Brasil na cabeça!
A Ilha de Queimada Grande, que fica a 35km de Itanhaém, litoral sul de São Paulo, foi apontada como o verdadeiro inferno na Terra. Ela só é paradisíaca numa foto tirada bem de longe. De perto, na verdade, seria bem difícil alguém tirar uma foto e continuar vivo para mostrá-la a alguém.
Por quê? Bom, porque ela possui a incrível média de nove cobras por metro quadrado - são cerca de quatro mil no total. E não são cobrinhas inofensivas, não. São todas do tipo Jararaca-Ilhoa (Bothrops insularis), com um veneno extramemente potente, capaz de matar uma pessoa em poucos instantes. Para se ter uma ideia de como esse lugar é perigoso, ninguém pode entrar na ilha sem autorização da Marinha. Veja bem: a entrada na ilha é proibida. Se você quiser visitá-la, você não é corajoso - é maluco mesmo.
A Ilha da Queimada Grande, tão próxima de São Paulo, deixou para trás lugares como Chernobyl (Ucrânia), cidade do maior desastre radioativo do mundo - uma explosão num reator da usina nuclear, gerando uma imensa nuvem radioativa que contaminou pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa. O acidente de Chernobyl teve 100 vezes mais radiação do que as bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki durante a II Guerra Mundial. Apesar de resíduos da radiação permanecerem no solo até hoje - e permanecerão por décadas --, algumas pessoas ainda moram por lá. Ao contrário da Ilha de Queimada Grande, que é inabitada.
O terceiro pior lugar do mundo fica no Azerbaijão, numa área tomada por centenas de pequenos vulcões de lama - sim, lama. Quando entram em atividade, voa lama para tudo quanto é lado. Você não vai querer ser atingido por uma bolota de lama caída do céu, vai?
Para o listverse, o quarto lugar mais perigoso é a estrada Yungas, que liga La Paz a Coroico, na Bolívia. Ela tem 56 quilômetros de extensão e faz qualquer estrada brasileira (até mesmo a Fernão Dias) parecer uma Autobahn alemã. A Yungas contorna a Cordilheira dos Andes, a mais de 3 mil metros de altitde. Ela é sinuosa, não possui asfalto e - acredite - não tem guard rail, mureta, nada. Se você erra uma curva, cai de uma altura de 600 metros. Ah, e tem uma neblina incessante também. Resultado: de 200 a 300 mortes são registradas por ano nessa estradinha do inferno.
O quinto lugar mais perigoso é ainda mais sinistro: a ilha de Ramree, em Burma, no sudeste asiático. Trata-se de um imenso pântano, infestado por mosquitos transmissores da malária e repleta de crocodilos gigantescos. Durante a II Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha por seis semanas. Os relatos de soldados japoneses são macabros. Dos cerca de mil designados para o local, só 20 sobreviveram - os demais foram trucidados pelos crocodilos. "Era a cacofonia do inferno o som dos gritos de soldados sendo mastigados pelos crocodilos", relatou um sobrevivente. Credo.
quinta-feira, 25 de março de 2010
FOTO DO DIA
Transatlântico atracado em porto do Rio: mesmo após o verão, cidade atrai turistas - Foto: Urbano Erbiste
A MAIOR PONTE DA AMAZÔNIA
A maior ponte da Amazônia
Obra sobre o Rio Negro tem 3.600 m e ligará Manaus a Iranduba.
Veja, em fotos panorâmicas, como a ponte está sendo construída.
Não há como passar pela orla de Manaus sem notar a construção da maior ponte da Amazônia. Com 3.600 m de comprimento, ela está sendo erguida sobre o Rio Negro e ligará a capital amazonense à cidade vizinha de Iranduba.
Previsão de entrega da obra é março de 2010.
Para não atrapalhar o tráfego de grandes embarcações, a ponte terá dois vãos livres de 55 metros de altura por 200 m de largura. No meio desses dois trechos ficará um mastro de 158 metros, servindo de sustentação para cabos de aço que vão segurar a ponte.
Para permitir a passagem de grandes navios, ponte terá um trecho estaiado com dois vãos de 200 metros de largura cada um.
A obra, que custou ao governo do estado R$ 574 milhões, terá 74 pilares e irá consumir 14,5 mil toneladas de aço, além de 138 mil metros cúbicos de concreto – o equivalente a 25 prédios de 20 andares. A previsão é que carros possam circular sobre a ponte em março de 2010.
Texto: Iberê Thenório / Globo Amazônia
Fotos: Iberê Thenório / Consórcio Rio Negro
Obra sobre o Rio Negro tem 3.600 m e ligará Manaus a Iranduba.
Veja, em fotos panorâmicas, como a ponte está sendo construída.
Não há como passar pela orla de Manaus sem notar a construção da maior ponte da Amazônia. Com 3.600 m de comprimento, ela está sendo erguida sobre o Rio Negro e ligará a capital amazonense à cidade vizinha de Iranduba.
Previsão de entrega da obra é março de 2010.
Para não atrapalhar o tráfego de grandes embarcações, a ponte terá dois vãos livres de 55 metros de altura por 200 m de largura. No meio desses dois trechos ficará um mastro de 158 metros, servindo de sustentação para cabos de aço que vão segurar a ponte.
Para permitir a passagem de grandes navios, ponte terá um trecho estaiado com dois vãos de 200 metros de largura cada um.
A obra, que custou ao governo do estado R$ 574 milhões, terá 74 pilares e irá consumir 14,5 mil toneladas de aço, além de 138 mil metros cúbicos de concreto – o equivalente a 25 prédios de 20 andares. A previsão é que carros possam circular sobre a ponte em março de 2010.
Texto: Iberê Thenório / Globo Amazônia
Fotos: Iberê Thenório / Consórcio Rio Negro
quarta-feira, 3 de março de 2010
Dilma lidera pesquisa entre beneficiados pelo Bolsa Família
Portal Terra
SÃO PAULO - Pesquisa do instituto Datafolha aponta que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), lidera a disputa pela Presidência da República entre os eleitores beneficiados pelo Bolsa Família. A oito meses das eleições, Dilma obtém 40% dos votos entre os inscritos no programa, contra 25% do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), 10% de Ciro Gomes (PSB) e 8% de Marina Silva (PV).
Segundo o Datafolha, os beneficiados pelo Bolsa Família representam 10% do eleitorado brasileiro. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Entre os beneficiados pelo programa de financiamento de habitação Minha Casa, Minha Vida, as posições se invertem. Serra lidera com 35%, contra 28% de Dilma, no cenário com Ciro. Sem o candidato do PSB, Serra amplia a diferença em relação à pré-candidata petista. De acordo com a pesquisa, os participantes do programa habitacional representam 4% dos eleitores brasileiros.
SÃO PAULO - Pesquisa do instituto Datafolha aponta que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), lidera a disputa pela Presidência da República entre os eleitores beneficiados pelo Bolsa Família. A oito meses das eleições, Dilma obtém 40% dos votos entre os inscritos no programa, contra 25% do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), 10% de Ciro Gomes (PSB) e 8% de Marina Silva (PV).
Segundo o Datafolha, os beneficiados pelo Bolsa Família representam 10% do eleitorado brasileiro. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Entre os beneficiados pelo programa de financiamento de habitação Minha Casa, Minha Vida, as posições se invertem. Serra lidera com 35%, contra 28% de Dilma, no cenário com Ciro. Sem o candidato do PSB, Serra amplia a diferença em relação à pré-candidata petista. De acordo com a pesquisa, os participantes do programa habitacional representam 4% dos eleitores brasileiros.
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